Clássico da Average White Band, o lado black dos branquelos da Escócia... Bora improvisar dando uma entortada nos "orvidos".
domingo, 18 de fevereiro de 2018
domingo, 11 de fevereiro de 2018
Santíssima Trindade do Samba
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Donga, Pixinguinha e João da Baiana (MIS_SCabral_104147 / Acervo Sérgio Cabral / MIS-RJ) |
Donga

Começa a tocar cavaquinho e frequenta a casa da Tia Ciata, onde conhece João da Baiana, Pixinguinha, Sinhô, Caninha. Nas reuniões, que acabavam em partido-alto, nasce Pelo Telefone, oficialmente o primeiro samba gravado. Donga registra a partitura na Biblioteca Nacional em 20 de novembro de 1916, tornando-se o primeiro "indivíduo-compositor" da história do samba. Companheiros contestam. Dizem que foi criação coletiva. Mauro de Almeida ganha a parceria.
Nos anos 20, integra o conjunto Oito Batutas, que viaja para a França. E, 1928, cria com Pixinguinha a Orquestra Típica Pixinguinha-Donga. Na década de 40, participa das gravações feitas a bordo do navio Uruguai, a convite do maestro norte-americano Leopold Stokowski, que recolhia músicas brasileiras para lançar em seu país.
Pixinguinha

João da Baiana
Neto de escravos baianos, João Machado Gomes, o João da Baiana (1887-1974), era o único carioca dos 12 irmãos. Mãe festeira na Cidade Nova. Com ela o menino trilhou os caminhos do samba e do candomblé. Aos dez anos, desfilava no Rancho Dois de Ouro e no Pedra de Sal. Introduziu o uso do pandeiro no samba.

Na década de 1920, recusa integrar os Oito Batutas: prefere ir a Salvador visitar a madrinha, mãe-de-santo em terreiro do Gantois. Ritmista famoso pelo prato-e-faca e pelo pandeiro nas emissoras de rádio, toca em vários conjuntos, antes de formar, com Donga e Pixinguinha, a orquestra Diabos do Céu e o Grupo da Velha Guarda. Também foi pintor primitivista de cenas de carnaval e paisagens.
O Melhor do Almanaque Brasil de Cultura Popular (Edição Especial do Professor);
site: https://pixinguinha.com.br/vida;
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